Banho de mar à noite: 13 pessoas morreram em 2025; saiba os perigos
Corpo de Bombeiros alerta que mergulho após o sol se pôr se torna perigoso porque as pessoas perdem a noção da profundidade do mar e da distância da areia

Com a temperatura inclemente em plena onda de calor no verão carioca, as praias têm ficado cheias mesmo depois que o sol se põe.
Para o Corpo de Bombeiros, no entanto, esse hábito é muito perigoso. Desde o início do ano, treze pessoas morreram ao se aventurar em mergulhos noturnos nas praias cariocas e fluminenses.
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O grande problema é a falta de visibilidade, devido à iluminação mais baixa. Isso atrapalha o banhista na hora de enxergar as ondas e as pedras no mar. Também fica mais difícil perceber a correnteza e as chamadas “valas”, responsáveis por grande parte dos afogamentos nas praias.
Os bombeiros alertam que mergulho após o sol se pôr se torna perigoso porque as pessoas perdem a noção da profundidade do mar e da distância da areia, e isso pode acarretar num afastamento excessivo da faixa de areia, impedindo o banhista de voltar.
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Além disso, à noite fica complicado detectar a aproximação de animais marinhos, como águas-vivas e peixes venenosos, que podem causar queimaduras e até morder os banhistas.
Ainda segundo a corporação, desde o início do ano já foram registrados 50 salvamentos marítimos durante a noite.
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O passeio na praia está liberado, segundo o Corpo de Bombeiros, desde que os visitantes se limitem à areia.