O que se sabe sobre caso de idosa que levou chute de motorista de app

Maria de Fátima Pires, de 68 anos, comeu biscoito no carro e condutor mandou que ela limpasse o banco; ele foi banido da Uber e responderá por lesão corporal

Por Da Redação
31 jan 2025, 16h32
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Lesão corporal grave ou gravíssima: motorista de aplicativo chuta passageira de 68 anos por ela ter comido biscoito no veículo (./Reprodução)
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Maria de Fátima Silva Pires, de 68 anos, foi chutada violentamente por um motorista de aplicativo da Uber, após ser acusada de sujar o banco do carro. A agressão ocorreu na quarta (28), quando a idosa entrava no condomínio onde mora, em Copacabana, na Zona Sul. Identificado pela polícia, o motorista já foi identificado e será intimado a prestar esclarecimentos.

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Imagens de câmeras de segurança do condomínio mostram quando a vítima entra pelo portão e logo em seguida é derrubada no chão pelo motorista, de 26 anos, com um chute nas costas. A idosa contou ao portal G1 que estava voltando de uma consulta médica para avaliar um quadro de pneumonia. Na saída do consultório, chamou um carro de aplicativo. Segundo o boletim de ocorrência, a idosa estava comendo um biscoito durante a viagem. Ao chegar no destino final, de forma agressiva o condutor do carro teria mandado que ela limpasse seu banco, o que fez com que a vítima apenas saísse do carro assustada. A mulher então entrou pelo portão, quando o homem a seguiu, a chutou e foi embora do local.

“Eu vim comendo um biscoitinho. Quando parou no prédio, ele disse assim para mim: ‘Agora, você vai limpar o banco’. Nisso, eu fiquei impactada e não respondi. Eu saí, e o que que aconteceu? ele correu atrás de mim, me deu um chute nas costas e me jogou no chão. Eu já sou uma senhora e estou com meu lado direito comprometido, com muita dor”, disse Maria de Fátima ao portal G1. Ela foi socorrida pelo porteiro do prédio.

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Em nota, a Uber lamentou o caso e disse ser “inaceitável o uso de violência”. Informou ainda que o motorista foi banido da plataforma. O caso foi registrado na 12ª DP (Copacabana) como lesão corporal. A polícia aguarda o resultado do exame de corpo de delito feito por ela no Instituto Médico-Legal (IML) para saber a extensão das lesões sofridas e determinar se o motorista responderá por lesão corporal grave ou gravíssima.

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