Por que prefeitura cassou alvará de bares como o Treme-Treme, em Botafogo

O tradicional e roqueiro Empório 37, na Rua Maria Quitéria, também sofreu sanções através da Secretaria de Ordem Pública (Seop)

Por Redação
15 jan 2025, 16h11
Fuskas: noites animadas com música ao vivo na rua foram proibidas
Fuska: noites animadas com música ao vivo na rua estão de volta (Felipe Fittipaldi/Veja Rio)
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As noites animadas e já internacionalmente famosas de Botafogo não têm sido pacíficas em relação aos moradores de ruas onde bares fazem sucesso. O Treme Treme, uma das sensações do público mais jovem e descontraído na Rua Arnaldo Quintela, a mais movimentada, teve que fechar as portas ao ter cassado seu alvará de funcionamento. E o Fuska Bar, onde a música ao vivo na rua é a atração principal, na Rua Capitão Salomão, teve suas atividades limitadas.

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Em Ipanema, o tradicional Empório 37, na Rua Maria Quitéria, também perdeu o alvará, mas já anuncia a retomada. Ponto famoso pelas noites de rock, o Empório 37 divulgou nas redes uma suspensão provisória das atividades no fim de semana, “por motivos técnicos”, mas nesta quarta (15) diz em postagem que “está de volta com tudo”, anunciando uma noite roqueira.

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Os bares vítimas das ações, motivadas, segundo a prefeitura, por multas e reclamações dos moradores, dizem que estão seguindo todas as determinações do poder público, e afirmam que as penalidades são desproporcionais.

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O dono do Fuska Bar, Luiz Ferreira, afirmou que foi proibido de colocar mesas e cadeiras na calçada, o que inviabiliza suas princiáis atividades que ocorrem do lado de fora do pequeno estabelecimento. “Segundo a prefeitura, foram denúncias, mas não entendemos como pode ser direcionado somente para um já que a rua é repleta de outros bares. Os únicos avisos que recebemos foram multas, mas que praticamente todos os bares recebem, não recebemos nenhum aviso de um processo de cassação de alvará ou alguma tentativa de ajustamento de conduta”, disse Luiz ao portal Tempo Real. Ele conta que já levou à prefeitura um documento de ajustamento de conduta e um pedido de licença de mesas e cadeiras.

Ao justificar as punições, a Secretaria de Ordem Pública (Seop), responsável pela fiscalização, informou que os bares mencionados, mesmo com dezenas de notificações e multas, continuavam a praticar irregularidades. E destacou que os bares vizinhos também passam por fiscalização e podem ser punidos se agirem fora da legislação.

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