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Bruno Chateaubriand

Por Bruno Chateaubriand, jornalista Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO

Cobertura do edifício Chopin é colocada à venda por R$ 35 milhões

Tríplex de 860 m² é anunciado em plataforma digital; prédio também tem como moradoras Narcisa Tamborindeguy, Regina Gonçalves, Maitê Proença e Gilberto Gil

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Atualizado em 15 mar 2025, 10h50 - Publicado em 15 mar 2025, 07h06
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Edifício Chopin: moradores estão revoltados com passarela para o réveillon, construída em frente ao prédio  (Google Maps/Reprodução)
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A cobertura do edifício Chopin, um dos prédios mais famosos da cidade, foi colocada à venda. Em anúncio em uma plataforma digital, o apartamento de 860 m² está sendo anunciado por R$ 35 milhões, com condomínio de R$ 7.000,00. São cinco suítes e nove banheiros no tríplex, que fica exatamente acima do imóvel de Narcisa Tamborindeguy, na coluna 02 do festivo endereço.

Construído em 1956, o edifício de número 1.782 da Avenida Atlântica foi uma iniciativa do empreendedor Henryk Spitzman Jordan, que morou na cobertura com a esposa, a socialite Josefina Jordan. Na década de 1950, o apartamento era uma unidade única e contava com uma quadra de tênis no último pavimento. Antes da obra começar, foi preciso demolir a Pedra do Inhangá, uma imensa rocha colada ao Copacabana Palace.

Dividido em três blocos — Chopin (na parte da frente), Prelúdio e Balada —, o prédio tem doze pavimentos e sessenta unidades, todas com vista para o mar e áreas internas que variam de 250 a 1.000 m².

Vizinho do Copacabana Palace, sinônimo de requinte, o imóvel sempre seduziu poderosos. Ali residiram o presidente João Goulart e a primeira-dama Maria Teresa, o magnata das comunicações Adolpho Bloch e o empresário Alfredo Saad, cuja cobertura, na coluna 01, tinha um quarto especial para receber seu amigo Pelé. Saad fez história no endereço não só por hospedar o Rei do Futebol, mas também pelas festas animadas que promovia nas passagens de ano.

Recentemente, o Edifício Chopin voltou aos holofotes com a triste história de Regina Gonçalves, socialite e moradora do terceiro andar do edifício. O caso ganhou repercussão após vir à tona que a idosa teria sido vítima de um golpe aplicado por seu ex-motorista, José Marcos Chaves Ribeiro, que é considerado foragido pela polícia. O homem é acusado de mantê-la em cárcere privado e furtar joias e objetos de arte de seu apartamento. A denúncia chocou moradores e levantou debates sobre a vulnerabilidade de idosos. O desdobramento do caso segue sendo acompanhado de perto pelas autoridades.

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