A partir de 2025, acaba a banalização das homenagens na Alerj. A conferir!
Rodrigo Bacellar, presidente da Casa, zerou os projetos de lei de homenagens e vai implementar novo regulamento em 2025

A Alerj terminou o ano letivo nessa quarta (18/2), com 1.731 projetos de lei apresentados, sendo 97 deles de honraria aprovados em sessão extraordinária na terça (17/12), incluindo medalhas e diplomas para pessoas de diversas áreas.
Só que Rodrigo Bacellar, o presidente, resolveu zerar os projetos pendentes nesse sentido para implementar um regulamento mais rígido em 2025 para quem recebe essas homenagens do estado – se for puxar a lista de nomes dos anos anteriores, os cariocas em geral desconhecem a maioria, geralmente indicados pelos deputados, muitos por merecimento, mas outros tantos métodos, digamos, indefinidos, a não ser na máxima do “quem indica”.
As homenagens reconhecem políticos, artistas, esportistas, ativistas sociais, juristas, médicos, advogados, empresários, religiosos e servidores públicos da área de segurança. Durante a sessão, Bacellar recomendou aos colegas evitar a “banalização” das homenagens.
Entre os 97 aprovados, estão a atriz carioca Fernanda Torres, com a Medalha Tiradentes não só pelo destaque em “Ainda estou aqui”, mas também pela “trajetória artística, dedicação e coragem para abordar temas que refletem a sociedade e nos fazem pensar. Sua atuação transcendeu as telas”, disse a deputada Zeidan, autora da indicação. E também o escritor Marcelo Rubens Paiva, cujo livro inspira o longa de Walter Salles.
A nova regulamentação consolida todos os prêmios e condecorações, incluindo a Medalha Tiradentes, dando mais critério e relevância, evitando o “QI” desenfreado.