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Otavio Furtado

Por Otavio Furtado, jornalista e consultor de diversidade & inclusão Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO

Precisamos nos preocupar com vírus que está circulando na China?

Pediatra explica se há risco de uma nova pandemia como da COVID-19

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13 jan 2025, 13h41
Saiba mais sobre o HMPV, metapneuovirus humano
Vírus identificado em 2001 e tem sua circulação no Brasil já documentada desde 2004, quando passou a ser monitorado pelo Ministério da Saúde. (CDC/Pexels)
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O número de casos do HMPV na China está chamando a atenção do mundo. Com muita gente se preguntando se há algum risco de uma nova pandemia, como a da COVID-19, conversamos com o pediatra Miguel Liberato que explicou as principais característica do vírus e os riscos.

Assim como o vírus da COVI-19, a forma de transmissão é através de gotículas respiratórias de uma pessoa infectada, através de tosse, espiro ou superfícies contaminadas. As formas de prevenção também são as mesmas: higiene adequada e regular das mãos, uso de máscaras e evitar locais fechados e com aglomeração quando estiver apresentando sintomas gripais, evitar tocar boca, olhos e nariz, além de cobrir boca e nariz ao espirrar.

Ele explica que o Metapneumovírus Humano leva, na maioria dos casos, a quadros leves de tosse, coriza, congestão nasal e febre, raramente evoluindo para quadro graves com insuficiência respiratória e falta de ar. Mas pode ter evolução mais grave em crianças, idosos, pessoas com a imunidade comprometida ou com algumas doenças de base como diabetes. E é justamente o aumento dos casos em crianças e adolescentes na China que está chamando a atenção.

O Dr. Miguel lembra que esta época do ano, no inverno, as doenças respiratórias se tornam mais comuns. Mas ressalta que a magnitude e a intensidade das infecções respiratórias no país asiático é menor do que quando comparada ao mesmo período do ano passado.

Por isso ressalta que não há ainda motivos para nos preocuparmos. “As chances de um problema de saúde pública no Brasil devido ao HMPV são baixas, uma vez que ele é um vírus conhecido e que já circula há alguns anos em território nacional. Há anos nossa rede de saúde já é capaz de detectar esse e vários outros vírus respiratórios”, finaliza.

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