4 obras para ver no Prêmio Pipa 2026

Mostra no Paço Imperial reúne trabalhos dos quatro vencedores da 17ª edição

Por Luiza_Maia Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 11 out 2026, 07h00
Portão de ferro ornamentado, com detalhes dourados sobre fundo escuro, coberto por manchas vermelhas que simulam sangue escorrendo, criando uma atmosfera sombria
Prêmio Pipa 2026: premiação destaca e promove a arte contemporânea nacional  (Paço Imperial/Divulgação)
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4 obras para ver no Prêmio Pipa 2026 Priorizar nos meus resultados Google
1. Santa Ceia (2018), do Coletivo Themônias da Amazônia, formado por artistas LGBTQIAPN+ de Belém do pará, parte do episódio bíblico para falar sobre comunidade.
Dezoito pessoas com fantasias coloridas e maquiagem elaborada, algumas com coroas e asas, posam em uma mesa farta de frutas e bebidas, simulando a Última Ceia. O fundo é um céu azul com nuvens e raios de sol, emoldurado por bordas douradas e texturizadas
Coletivo Themônias da Amazônia: grupo une resistência, arte e memória (Paço Imperial/Divulgação)
2. De Taguatinga (DF), Belo e Bizarro assina império (e) colônia (e) cavidades (2026), que aproxima as fachadas do Paço e da Colônia Juliano Moreira, complexo psiquiátrico do Rio. + Para receber VEJA RIO em casa, clique aqui
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3. Em Sem título (Argila 16) (2026), Jane Batista, de Fortaleza, transforma o próprio corpo em suporte para um de seus autorretratos.
Pessoa com o rosto e ombros cobertos por uma substância dourada e espessa, como argila ou tinta. Seus olhos estão fechados, a boca levemente curvada em um sorriso sutil, e o cabelo crespo está preso em coques desgrenhados, com fios soltos. O fundo é escuro, realçando a textura brilhante da substância dourada. A imagem transmite uma sensação de arte e transformação
Sem título (Argila 16): fotografia reflete as experiências da artista Jane Batista (Paço Imperial/Divulgação)
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4. Chão (2024) integra a pesquisa da dupla Amador e Jr. Segurança Patrimonial Ltda. Sobre a relação entre instituições de arte e as pessoas que trabalham em sua salvaguarda.
Homem de pele morena, cabelo raspado e terno escuro com gravata azul, segura uma cadeira de plástico amarela vibrante. Ele está em um corredor com paredes claras e uma coluna branca, olhando para frente com expressão séria
Chão (2024): os própios artistas trajam os uniformes de segurança (./Divulgação)
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Praça XV de Novembro, 48, Centro. Ter. a dom., 12h/18h. Grátis. Até 22 de novembro.
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Multidão em protesto na rua, com pessoas de costas e braços erguidos, e capas da revista Veja com manchetes sobre política e notícias, promovendo jornalismo de qualidadeMultidão de pessoas de costas, com braços erguidos, em uma rua urbana com prédios altos e árvores. À direita, várias capas da revista Veja sobrepostas, com títulos como Furo Cruzado e Vale-Tudo
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